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06/03/2018 - Convocação dos Copelianos para a Assembleia da PLR 2017

 

Convocação dos Copelianos para a Assembleia da PLR 2017.

Acesse o edital



Convocação dos Copelianos para a Assembleia da PLR 2017

 

 

 

02/03/2018 - PROPOSTA NEGOCIADA COM A COPEL PARA PAGAMENTO DA PLR 2017

 


COPELIANOS, acessem a proposta negociada com a COPEL para pagamento da PLR 2017.


PROPOSTA - PLR2017

 

 

 

28/02/2018 - TRABALHADORES DA COPEL TELECOM

 

 


TRABALHADORES DA COPEL TELECOM

Prezados Trabalhadores e Trabalhadoras Eletricitárias:

 

Recebemos com muita preocupação o resultado de uma ação judicial, movida pelo Sindicato de Telecomunicação do Paraná - SINTTEL, onde todos os Trabalhadores da COPEL TELECOM passam a serem representados por este Sindicato.

 

Diante da repercussão e das consequências advindas desta mudança, o SINDENEL convoca todos os TRABALHADORES afetados, independente de filiação ao sindicato, para uma Assembleia, no dia 05/03/2018, às 13:00h no auditório - BLOCO B do KM 3, afim de alertar os Trabalhadores das possíveis perdas e deliberar sobre os encaminhamentos do SINDENEL. 

 

É imprescindível a participação na reunião pois poderá acarretar em consequências irreparáveis para o futuro laboral de cada Trabalhador. 

 

Segue em anexo o Edital de Convocação.

TRABALHADORES DA COPEL TELECOM
 

 

 

09/12/2013 - BOLETIM INFORMATIVO - FGTS Traz prejuízo aos trabalhadores

 


BOLETIM INFORMATIVO SINDENEL 

 


  FGTS TRAZ PREJUÍZO AOS TRABALHADORES

 

 

 

02/12/2013 - COMUNICADO SINDENEL

 

Adicional de periculosidade não é proporcional a exposição

O adicional de periculosidade não pode ser pago de forma proporcional ao tempo de exposição ao risco. A Súmula 364 do Tribunal Superior do Trabalho reconhece o direito ao adicional de periculosidade ao empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, se sujeita a condições de risco. O entendimento foi usado pela 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais ao condenar uma mineradora ao pagamento integral do adicional a um ex-empregado.

Segundo a empresa, o adicional de periculosidade foi pago ao funcionário nas pouquíssimas e eventuais oportunidades em que esteve exposto a esse agente e de forma proporcional ao tempo de exposição. Ainda, de acordo com ela, a conduta adotada é prevista no instrumento normativo da categoria profissional.

Uma perícia feita nos autos concluiu pela caracterização da periculosidade durante todo o contrato de trabalho, apurando que o reclamante fazia transporte de explosivos de forma habitual e intermitente e ainda ajudava os funcionários no carregamento dos explosivos no interior da mina. Segundo a relatora, a Súmula 364 do TST determina que a parcela só não será devida quando o contato for de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente reduzido.

Segundo a juíza relatora convocada, Taísa Maria Macena de Lima, não há como dar validade a cláusulas de instrumentos coletivos que importem em supressão parcial de direito assegurado em lei, como é o caso do adicional de periculosidade. Ela lembrou que o artigo 7º, inciso XXVI, da Constituição Federal reconhece os instrumentos coletivos de trabalho legitimamente firmados pelas correspondentes representações sindicais. Para ela, não há dúvida quanto à recepção desses instrumentos negociais pela nova ordem constitucional, reafirmando, assim, postura sempre adotada pelo próprio Direito do Trabalho, que prestigia a autocomposição das partes na solução dos litígios.

Por outro lado, conforme ressaltou, as negociações coletivas encontram limites nas garantias, direitos e princípios instituídos pela mesma Constituição e que são intangíveis à autonomia coletiva. Na avaliação da julgadora, esse é caso de normas de proteção à saúde e segurança do empregado, o que se aplica ao trabalho em ambiente ou local perigoso.

A turma de julgadores acompanhou o voto da relatora e considerou inválidas as cláusulas dos Acordos Coletivos de Trabalho quanto à negociação do adicional de periculosidade proporcional ao tempo de exposição, reconhecendo como devido o pagamento integral da parcela. O adicional de periculosidade incide apenas sobre o salário básico e não sobre este acrescido de outros adicionais, nos termos da parte inicial da Súmula 191 do TST. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-3. 0001257-24.2012.5.03.0069 RO